quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
"Causos" nos treinos
Com o início dos treinos, Vic Carucci, colunista da NFL.com, lista abaixo algumas histórias que você precisa ficar de olho ao longo dos training camps.Recuperação de Tom Brady
Até agora, as notícias sobre a recuperação de Tom Brady tem sido positivas. No entanto, nem todos os jogadores são bem sucedidos nestes retornos pós-contusão e não será surpresa nenhuma se Brady e o Patriots tiverem uma temporada igual ou parecida com a de 2007. O trabalho do quarterback nos treinos será acompanhado de perto e tudo será notícia, mesmo que não seja nada sério.
Recuperação de Shawne Merriman
Assim como Brady, o linebacker do Chargers tem se recuperado bem da cirurgia que reparou dois ligamentos rompidos do seu joelho esquerdo. Não é segredo nenhum que a defesa de San Diego sofreu com a ausência de Merriman na última temporada, ela precisa do retorno saudável do jogador.
Assédio sexual em Pittsburgh
É difícil de imaginar como Ben Roethlisberger e o Steelers vão reagir à acusação de assédio sexual em cima do atual quarterback campeão do Super Bowl. Big Ben pode manter-se reservado quanto a este assunto, mas isso não vai saciar a curiosidade da imprensa. Um possível afastamento do jogador enquanto ele resolve essa situação pode significar um começo lento para Pittsburgh na temporada.
Brett Favre em Minnesota?
O veterano afirmou nesta semana que pretende continuar aposentado, mas quando falamos de Brett Favre, nada é impossível.
Transição de defesas
Green Bay Packers, Denver Broncos e Kansas City Chiefs terão a complicada tarefa de adaptar suas antigas defesas 4-3 para 3-4. Isso demanda tempo, principalmente para os jogadores que atuavam como ends e que passam a agora a jogar como outside linebackers.
TO: golpe de marketing ou realidade?
Enquanto não sabemos o real impacto de Terrell Owens no ataque do Bills, o jogador funciona como um verdadeiro imã para fãs e jornalistas. Depois de nove temporadas fora dos playoffs, Buffalo encontrou uma maneira de animar seus torcedores: TO recebendo passes nos treinos e depois assinando autógrafos. De qualquer forma, ainda há muito trabalho a ser feito, para que Owens se entrose com Trent Edwards e com o outro wide receiver, Lee Evans.
A hora e a vez de Tony Romo
Sem Terrell por perto, chegou a hora e a vez de Tony Romo mostrar que pode ser um líder em Dallas. Romo precisa se entrosar com Roy Williams e os demais wide receivers que vão preencher o vazio deixado por Owens, provando assim que o culpado dos fracassos do Cowboys era realmente o garoto problema TO.
Cassel é um investimento seguro?
Não vai ser fácil Matt Cassel fazer valer os US$ 63 milhões investidos nele, se levarmos em consideração que ele não terá Wes Welker e Randy Moss para receber seus passes. Seu contrato é digno de um franchise quarterback, e sua atuação em cada jogo do Chiefs será observada para o torcedor saber se valeu a pena trazer Cassel a um custo tão alto.
Denver com McDaniels e sem Cutler
Boa parte da primeira temporada de Josh McDaniels como head coach vai depender de como vai funcionar o ataque do Broncos. E isso vai depender de como o novo quarterback da equipe, Kyle Orton, vai conduzir esse ataque. O ex-coordenador ofensivo do Patriots criou um complexo sistema ofensivo baseado em passes rápidos e espera que o mesmo também faça sucesso em Denver.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Nike x NFL
Sem sombra de dúvidas, os comerciais da Nike estão entre os melhores e mais bem produzidos no mundo esportivo. O número de campanhas que a marca norte-americana emplacou ao longo dos anos é impressionante, desde os primeiros vídeos, como "Nike x Evil", até os mais recentes, alguns com uma perspectiva em primeira pessoa, exemplo do "Rala Que Rola". Na NFL não é diferente, apesar de não patrocinar uma quantidade de astros como faz no futebol, a Nike, quando faz um comercial, sabe fazer. Separei dois que estão abaixo, o primeiro com Shawne Merriman e Steven Jackson, e o segundo com LaDanian Tomlinson e Troy Polamalu. Apreciem.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
¿Hablas español?
Na última semana, li duas matérias interessantes e até curiosas no site da Sports Illustrated. A primeira aborda o boom que o quarterback calouro Mark Sanchez pode desencadear no público de origem hispânica da NFL nos Estados Unidos, enquanto a segunda fala sobre o cantor Mark Anthony, filho de porto-riquenhos, e que recentemente adquiriu algumas ações do Miami Dolphins. O que as matérias têm em comum: a presença de figuras "latinas" na NFL.Não é segredo nenhum que a crise financeira que abalou boa parte de todas as economias globais também fez suas vítimas no esporte norte-americano. No caso da NFL, a modalidade mais popular nos EUA, os anunciantes já não travam batalhas por um espaço nas intervalos comerciais. Diante deste cenário de crise e também pelo simples fato de expandir o futebol americano, a NFL observa atenta os cerca de 25 milhões de hispânicos fãs de esporte. De todas as minorias na terra do Tio Sam, os hispânicos constituem a maior e a que mais cresce.
Mirando este público, muitos acreditam que a chave é um jovem calouro vindo da USC, que atende pelo nome de Mark Sanchez. Draftado pelo Jets, o quarterback vai atuar em um gigantesco mercado, que é Nova Iorque. Apenas para se ter uma ideia, a Big Apple conta hoje com oito franquias: Giants e Jets (NFL), Yankees e Mets (MLB), Rangers e Islanders (NHL), Knicks (NBA) e o Red Bulls (MLS). Sem contar as equipes de New Jersey, que fica bem próximo. Obviamente, para atingir esse mercado/público, Sanchez precisa jogar bem e isso nós só vamos saber daqui daqui a alguns meses.
Quem também busca conseguir alguns novos fãs na comunidade hispânica é o Miami Dolphins - não é preciso dizer que o espanhol é quase que o idioma oficial no sul da Flórida. Mas não é só por isso, o proprietário da franquia, Stephen Ross, anunciou ontem que o cantor Mark Anthony adquiriu algumas ações do Dolphins, tornando-se assim um sócio minoritário. No último mês, a cantora Gloria Estefan e seu marido fizeram o mesmo.
Filho de porto-riquenhos, Anthony é uma cara conhecida no meio latino, mas afirmou que sua recente aquisição nada tem a ver com a sua carreira artística. "Não estou fazendo isso como um cantor ou como ator, é simplesmente porque eu amo o futebol." Anthony vai cantar o hino nacional norte-americano no Monday Night Football do dia 12 de outubro, entre Miami e NY Jets.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Efeito colateral
Li no blog dos Esportes Americanos, do iG, o link para uma excelente matéria da jornalista Dana O'Neil, da ESPN, para o site da emissora. Dana cobre o basquete universitário para a ESPN.com e escreve sobre como a crise financeira está afetando a prática do esporte universitário e de atletas de modalidades "menos famosas". A minha única ponderação é: a crise está realmente afetando as universidades ou o cancelamento de algumas modalidades é decorrência de uma má administração?Abaixo eu repasso o lide principal da matéria e também o caso de Mike Micowski, jogador universitário de baseball. Você pode ler a reportagem inteira (em inglês) no link acima. E pensem: se os Estados Unidos, provavelmente o país que mais investe no esporte universitário, passa por dificuldades neste aspecto, imagine então como as coisas funcionam no Brasil. Aqui, apenas o futebol é levado a sério (e olhe lá). Outras modalidades, mesmo que no âmbito profissional, sofrem com a falta de investimentos. Esse tópico merece uma longa discussão, que em breve publico aqui, vamos à matéria.
*****
As manchetes são cada vez mais comuns: cortes em um time de baseball ou reduções drásticas no programa de alguma modalidade. E elas são uma prova de que nem mesmo os atletas universitários, que personificam aquela luta justa por uma oportunidade na vida, estão livres do atual momento financeiro que vive o país [EUA]. Mas, assim como aquelas notícias que falam sobre grandes corporações e os meios procurados por elas para cortar gastos, nem sempre as manchetes contam a história completa.Há mais coisas envolvidas do que o simples balanço de receitas e despesas. Muitos jovens que competem longe do brilho das televisões correm o risco de ter suas vidas universitárias reescritas ou arruinadas por conta da crise. Eles são um efeito colateral que anos atrás se apaixonaram pelo esporte e viram na faculdade uma forma de estender essa paixão. E agora estão sendo despejados por pessoas que, juram ter tomado uma difícil decisão. Não há dúvidas que tenha sido duro, mas também não dúvidas que é muito mais complicado para estes atletas, largados sem rumo com a crise.
*****
O cenário por si só já não foi dos mais dignos de ser lembrado. A equipe de baseball da Universidade de Vermont, após sair perdendo (7-1), foi derrotada por Albany (10-9), pela Conferência Leste, encerrando a temporada do Catamounts (nome da equipe da UVM). Assim que o ônibus com o time saiu do Pete Sylvester Field, em Endicott, NY, um pequeno grupo de torcedores do UVM se despedia da equipe. "Foi um silêncio mortal", disse o center field Mark Micowski. "Nós meio que demos conta que não foi o nosso último jogo na temporada, foi o nosso último jogo."Em fevereiro, a administração da Universidade de Vermont reuniu as equipes de baseball e softball em um ginásio, e informou os atletas que os programas sofreriam um corte ao final da temporada. As atléticas de Vermont enfrentam um prejuízo de US$ 1,1 milhão e simplesmente fechar essas duas modalidades ajudaria a amenizar a dívida.
Duas semanas depois, a temporada do baseball começou - a mais estranha que Micowski consegue se lembrar. Ao mesmo tempo em que o Catamounts jogava sua última temporada, os jogadores precisavam decidir o que fariam com relação ao futuro. E o que vem primeiro nessa hora: o objetivo do time ou interesses pessoais?
“Todos estavam procurando por outras escolas durante a temporada, até mesmo visitando algumas”, diz Micowski. “Nós começamos com uma campanha 0-11 (nenhuma vitória e onze derrotas), e se eu dissesse que não contribuí para isso, estaria mentindo. Não estávamos focados em vencer, e sim preocupados com nós mesmos.” Felizmente, Micowski acabou transferido para Georgia State.
Embora o jovem esteja feliz por ter a oportunidade de dar continuidade a sua carreira e manter vivo o sonho de jogar profissionalmente, a ida para Atlanta não foi das mais fáceis. Adaptado há dois anos em Vermont, Micowski já estava mais do que acostumado com os companheiros de time, com o campus, com a sua vida no geral. Na nova universidade, ele vai se sentir novamente um calouro, a transição dentro de campo vai ser mais tranquila. Já fora dos gramados, é tudo novidade. Micowski pensa em dividir o quarto com outro novato, assim os dois vão ser marinheiros de primeira viagem.
“Vai ser uma grande mudança, eu estava acostumado a ir para casa quando fosse preciso, a ter minha família nas partidas. Agora eu não conheço ninguém e não sei muito sobre o sul. Mas eu cheguei à conclusão que sou um dos sortudos, porque pelo menos eu estou jogando.”
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Esporte Universitário
quinta-feira, 16 de julho de 2009
San Francisco revela sua nova casa
O San Francisco 49ers revelou na última terça-feira, 14, os detalhes do projeto de seu novo estádio, orçado em US$ 937 milhões e previsto para ser inaugurado em 2014. Executivos da franquia apresentaram o projeto na Câmara Municipal de Santa Clara, cidade que deverá sediar a nova casa do Niners. Segundo os planos, o estádio terá a capacidade de receber até 75 mil pessoas e poderia abrigar grandes eventos, como o Super Bowl.Em junho, representantes da cidade entraram em um acordo com o 49ers para ceder um espaço no estacionamento do parque de diversões Great America. Santa Clara iria arcar com 10% do custo total, enquanto o restante seria pago pelo 49ers e pela NFL.
Espera-se agora uma votação popular para saber qual a posição dos moradores de Santa Clara sobre o projeto, além de um relatório sobre os impactos ambientais possivelmente causados pela construção de um estádio.
Após muitas idas e vindas, o Niners anunciou em 2006 que desistiu de levantar um novo estádio nas proximidades do Candlestick Point, casa do 49ers desde 1971. Em contrapartida, escolheu Santa Clara, a 72km de San Francisco, como novo lar. Pela previsão, eu ainda espero conseguir assistir a uma partida em Candlestick.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Matt Cassel e US$ 60 milhões
O Kansas City Chiefs anunciou ontem que fechou um contrato de longa duração com o quarterback Matt Cassel. Segundo uma fonte de Jason La Canfora, da NFL Network, o jogador recebeu um contrato de seis anos valendo US$ 60 milhões, sendo US$ 28 milhões garantidos. Deste acordo, cerca de US$ 40 milhões estão previstos para os três primeiros anos de contrato, o que coloca Cassel na elite da NFL, financeiramente falando."Estamos contentes por termos chegado a um acordo para que Matt Cassel seja um Chief por muitos anos", disse Clark Hunt, proprietário da franquia. "A sua liderança comprovada dentro e fora dos gramados será uma grande aquisição para a nossa organização."
Fica só uma dúvida: não é muito dinheiro para um investimento que pode não dar o mesmo retorno? Tudo bem, muitos podem dizer que quantias semelhantes de dinheiro são pagas para calouros, que são as apostas do futuro, mas há uma diferença neste caso.
Matt Cassel nunca foi titular na sua vida universitária, na USC. Por alguns anos, amargou a reserva para Carson Palmer e Matt Leinart, ambos vencedores do Heisman Trophy. Já no Patriots, ficou na sombra de Tom Brady, até que este se machucou na temporada passada - daí nasceu a grande chance de Cassel.
O "novato" fez uma boa campanha em New England (11-5), lançando para 3.693 jardas, 21 touchdowns e 11 interceptações. O Patriots ficou de fora dos playoffs por muito pouco, perdendo para Miami nos critérios de desempate. Eu reconheço o bom trabalho de Cassel, mas convenhamos que aquela equipe do Patriots aliada ao talento de Bill Belichick ajudaram, e muito. Sem falar no esquema ofensivo montado por Josh McDaniels, que até hoje provoca dores de cabeça nos coordenadores defensivos adversários.
Obviamente, a chegada de Cassel fortalece Kansas City, mas não acredito que seja o suficiente para bater San Diego ou mesmo Denver. Ainda mais se levarmos em conta que o tight end Tony Gonzalez, o maior alvo da última temporada, foi para o Atlanta Falcons. E olhando o cronograma de partidas, eu não ficaria muito otimista. Além dos jogos de divisão, o Chiefs tem alguns jogos complicados em casa (Dallas, NY Giants, Pittsburgh e Buffalo) e fora (Jacksonville e Philadelphia).
Mas vamos esperar e ver o que Cassel apronta por lá. Fiz uma análise baseada no que temos de informação, espero estar errado.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Rapidinhas da NFL
Depois de um breve período ausente, com direito a belos descansos e até festa julina, o blog volta a funcionar. Abaixo vai o que de "melhor" aconteceu nesse tempo, coloco entre aspas porque tivemos a trágica e repentina morte do ex-MVP Steve McNair, assassinado por uma namorada.Morre um Titã
Steve McNair foi encontrado morto em sua casa, Nashville, no último dia 4, sábado. Com dois tiros na cabeça e outros dois no peito, o ex-quarterback foi assassinado pela amante, que cometeu suicídio logo em seguida. McNair foi draftado em 1995 pelo então Houston Oilers e jogou 13 temporadas na NFL, levando o Titans ao SuperBowl XXXIV (perdido para o Rams). Foi também eleito MVP em 2003, junto com Peyton Manning. O ex-jogador tinha 36 anos.
Derrick Mason se aposenta da NFL
"Estou contente com a decisão que estou tomando. Tudo que é bom chega ao fim e eu estou pronto para ver o que mais a vida tem para me oferecer." Apesar da declaração a um site, Mason ainda não notificou o Ravens, procedimento mais do que padrão na NFL. Em 12 temporadas, o wide receiver teve 790 recepções para 10.061 jardas e 52 touchdowns.
Donte' Stallworth livre
O wide receiver do Browns foi libertado da prisão após cumprir 24 dias de cárcere, de 30 dias previstos. Stallworth foi condenado após atropelar e matar um pedestre no dia 14 de março, em Miami. De acordo com a polícia, o jogador foi visto bebendo na noite anterior ao incidente. Donte' Stallworth está suspenso pela NFL por tempo indeterminado.
Calouro do Chargers segue em estado estável
A situação do rookie Curtis Brinkley é estável, segundo o porta-voz do hospital onde o atleta se encontra. Brinkley teve seu carro alvejado por tiros na última sexta-feira, 10, em um cruzamento nos subúrbios da Philadelphia. O running back foi contratado por San Diego após o Draft (ele não foi draftado).
Shaun Alexander espera uma nova chance
Desempregado, o running back e ex-MVP acredita que alguma franquia vai aparecer para contratá-lo até o fim dessa temporada. Ano passado, o Redskins trouxe Alexander para o lugar de Ladell Betts, contundido. Mas a passagem do jogador em Washington durou pouco, ele foi dispensado depois de cinco partidas, carregando um total de apenas 11 bolas. O atleta, que completa 32 anos em agosto, correu 9.453 jardas e marcou 100 touchdowns ao longo de sua carreira.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Matt Stafford e Mark Sanchez
Antes mesmo de arremessar seus primeiros passes, eles já são apontados como os salvadores da pátria. De um lado, Matt Stafford e o Detroit Lions, a única equipe "invicta" na temporada passada. Do outro, Mark Sanchez e o New York Jets, que não sabe o que é um Super Bowl há muito tempo.Para lidar com a pressão, os jovens atletas frequentemente procuram alguém que entendam suas situações. Quem? Eles mesmos. Tidos como escolhas top do Draft 2009, a amizade entre Stafford e Sanchez começou ano passado, após treinarem juntos em um campo para os melhores quarterbacks das faculdades.
"Nós falamos bastante sobre o playbook, como são os caras no vestiário, se ele foi bem recebido", diz Sanchez. "Nossas situações são parecidas. Obviamente, estamos em franquias diferentes, mas você é um quarterback calouro, você acabou de assinar seu contrato, você e sua família têm agora uma segurança financeira. Tem muita coisa em jogo, é muito importante ter alguém com quem conversar sobre isso."
Sanchez, que estudou na USC, já se encontrou com os astros Tiger Woods, do golfe, e Derek Jeter, capitão do NY Yankees (Baseball), para pegar alguns conselhos de como lidar com a atenção que o jogador vai atrair no gigantesco mercado que é a cidade de Nova Iorque. "Você precisa ser esperto, você tem que saber se proteger e proteger seu time."
Mesmo com a pompa de ter sido a primeira escolha geral do Draft, Stafford parece ter os pés no chão. "Nós estamos aprendendo ainda. Lógico que durante a temporada, você quer vencer jogos, essa é a prioridade. Mas a essa altura, nós estamos tentando aprender, de forma que sejamos competitivos nos treinos, para ter uma chance no campo."
segunda-feira, 29 de junho de 2009
NFL em Toronto
O proprietário do Buffalo Bills, Ralph Wilson, afirmou no último domingo, 28, que não tem pressa em ver seu time jogando mais de uma partida de temporada regular na cidade de Toronto. Wilson disse que prefere esperar de dois a três anos para saber se a experiência da franquia no Canadá foi bem sucedida ou não.
Buffalo possui um contrato com a empresa Rogers Communications, sediada em Toronto, para jogar na metrópole canadense por cinco temporadas (uma vez por ano), além de três jogos de pré-temporada. Executivos da Rogers manifestaram o interesse em sediar mais de uma partida, especialmente se a NFL prolongar o calendário para 17 ou 18 jogos de temporada regular.
Além do dinheiro, é claro, o Bills decidiu jogar em Toronto com o intuito de explorar comercialmente o mercado da maior cidade do Canadá e pela proximidade entre as duas cidades - cerca de 150km. Pelo acordo, Buffalo recebe US$ 78 milhões pelo total de oito partidas.
É importante dizer que a franquia praticamente perde o mando de campo deste jogo, porque apesar dela ser mandante na tabela, ela não está, efetivamente, jogando em casa. Ano passado, o Bills perdeu para Miami por 16-3. Este ano, vai receber o NY Jets no dia 3 de dezembro.
Mas há um interesse muito maior por trás de um mero acordo. Apesar de Ted Rogers, fundador e antigo CEO da Rogers Communications, ter morrido uma semana depois do jogo entre Bills e Dolphins, outro membro do grupo pretende mexer alguns pauzinhos. Este alguém é Larry Tanenbaum, presidente da Maple Leaf Sports and Entertainment, proprietária do Toronto Maple Leafs (NHL) e do Toronto Raptors (NBA).
A real intenção do grupo Rogers e grande medo dos torcedores do Bills é que as atuações de Buffalo em Toronto sirvam para mostrar que a cidade canadense tem condições de sediar sua própria franquia da NFL. E que franquia viria a ser essa? Toronto Bills! Ralph Wilson fez questão de desmentir os boatos ontem. "Estamos fazendo isso para manter o time em Buffalo." Bom, nunca se sabe.
Buffalo possui um contrato com a empresa Rogers Communications, sediada em Toronto, para jogar na metrópole canadense por cinco temporadas (uma vez por ano), além de três jogos de pré-temporada. Executivos da Rogers manifestaram o interesse em sediar mais de uma partida, especialmente se a NFL prolongar o calendário para 17 ou 18 jogos de temporada regular.
Além do dinheiro, é claro, o Bills decidiu jogar em Toronto com o intuito de explorar comercialmente o mercado da maior cidade do Canadá e pela proximidade entre as duas cidades - cerca de 150km. Pelo acordo, Buffalo recebe US$ 78 milhões pelo total de oito partidas.
É importante dizer que a franquia praticamente perde o mando de campo deste jogo, porque apesar dela ser mandante na tabela, ela não está, efetivamente, jogando em casa. Ano passado, o Bills perdeu para Miami por 16-3. Este ano, vai receber o NY Jets no dia 3 de dezembro.
Mas há um interesse muito maior por trás de um mero acordo. Apesar de Ted Rogers, fundador e antigo CEO da Rogers Communications, ter morrido uma semana depois do jogo entre Bills e Dolphins, outro membro do grupo pretende mexer alguns pauzinhos. Este alguém é Larry Tanenbaum, presidente da Maple Leaf Sports and Entertainment, proprietária do Toronto Maple Leafs (NHL) e do Toronto Raptors (NBA).
A real intenção do grupo Rogers e grande medo dos torcedores do Bills é que as atuações de Buffalo em Toronto sirvam para mostrar que a cidade canadense tem condições de sediar sua própria franquia da NFL. E que franquia viria a ser essa? Toronto Bills! Ralph Wilson fez questão de desmentir os boatos ontem. "Estamos fazendo isso para manter o time em Buffalo." Bom, nunca se sabe.
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